Kosma Konstsiô Anarkiô
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
Reflexãô Refleksâô
Ôs olhôs viram ô êspaçô.
Êm um dançar dê singular compassô.
No êxpressô dô tempô tãô ênluaradô.
Dô mais fortê nó, dêsatou ê laçô........
Será estê laçô
dô multiversô um pedaçô?
Mas caminha, a voz sofeja
belas notas brumais. Seja
ô opostô quê aposta ser postô.
Nãô um merô contra gostô.........
Ôs amassôs nebularês
dê intrigantês quasarês.
Êxplodem nôs subversivôs altarês.
A dêsnudar Santôs, nôs Arês.
A incendiar a matéria
nô casar côm a anti matéria.
A magnetizar êxcentricamentê
toda êxpressãô séria...........
Entrê beijos nevoadôs
Trasladôs entrê Serês Êmareadôs.
Completa sê um ciclô da Cosmô Metamorfosê.
Na sintropia desta Simbiosê............
Mais valê Alguns Dêspertarês,
Dô quê Infinitôs Pensarês.
Diêgô ,Bêzerra dê Moraês ,da Costa Siebra ,Pereira dê Moura, Barbosa, ,Ferreira da Silva, Maciel Rodriguês, Sôarês, Araújô, Dê Souza Milhomens, Pereira Lima.
Ôs olhôs viram ô êspatsô.
Êm um dantsar dê singular tsompassô.
No êkspressô dô tempô tâô ênluaradô.
Dô mais fortê nó, dêsatou ê latsô........
Será estê latsô
dô multiversô um pedatsô?
Mas tsaminha, a voz sofeja
belas notas brumais. Seja
ô opostô kvuê aposta ser postô.
Nãô um merô tsontra gostô.........
Ôs amassôs nebularês
dê intrigantês kvuasarês.
Êksplodem nôs subversivôs altarês.
A dêsnudar Santôs, nôs Arês.
A intsendiar a matéria
nô tsasar tsôm a anti matería.
A magnetizar êkstsentritsamentê
toda êkspressâô séria...........
Entrê beijos nevoadôs
Trasladôs entrê Serês Êmareadôs.
Tsompleta sê um tsitslô da Tsosmô Metamorfosê.
Na sintropia desta Simbiosê............
Mais valê Alguns Dêspertarês,
Dô kvuê Infinitôs Pensarês.
Diêgô ,Bêzeĥa dê Moraês ,da Tsosta Siebra ,Pereira dê Moura, Barbosa, ,Feĥeira da Silva, Matsíel Rodriguês, Sôarês, Araújô, Dê Souza Milhomens, Pereira Lima.
sábado, 28 de novembro de 2015
Análise Musical de Calice / Analise Musitsal de Tsalitse /Musika Analiso de Kalitsu
Se o vento que traz os pensamentos.....
Afasta de mim todos os tormentos.....
Se entre as anandas traslado.........
Para que o meu Ser, não fique calado......
Que todo esse dióxido de carbono
a deixar o pensar intoxicado...........
Sublime se no suor.......
A dar espaço para o viver libertado.......
Não vodcaminhao nem tequilatemente
envenenei me na cicuta...............
do cacetete que não escuta...................
A profundeza dessa inexorável labuta..........
Nem copo de cólera
Nem calice de sangue .
Mas sim o grito do Mangue,
O chão de estrelas subversivas
A desvanecer a dor langue ....
Escrito pelo filho gipsita .....
da elite destrói se o brinco
De macacita.
Explode o canto nu a nudez
Libertadora de toda insensatez
que é falsa moralidez.
Uma politica
A alimentar o sistema tão tanatico.,
Que não enquadra se nem na idade paleolítica...
No o orgulho da esfinge.
desvelada por édipo,
E os que edipoe em derrocada....
as égides desse sistema que só finge.
Calice, calice, calice sistema e bebas o liquido tanatico da própria origem em um Grande Calice...
Anarquia Vive. E nao ha Calice de vinho tinto de sangue e copo de colera a ser cicuta, index, rosa atómica, paixão platónica.
Somos livres. Para Amar e sermos como somos e estamos a Ser.
Mais ser filho da Puta,
Autentica ,fiel a idelogia ....
Do que da Pátria......
Uma farça, auto traidora.......
Mais beber do êxtase
Libertador cósmico.....
Do que xô vinho tinto de sangue ,do suor amargo, do copo de cólera, a embriagar alienadamente os veneradores do Sistema.
Minha Homenagem a musica Calice de Chico Buarque.
Se o vento kvue traz os pensamentos.....
Afasta de mim todos os tormentos.....
Se entre as anandas traslado.........
Para que o meu Ser, nanno fikvue tsalado......
kvue todo esse dioksido de tsarbono
a deiksar o pensar intoksitsado...........
Sublime se no suor.......
A dar espatso para o viver libertado.......
Nanno vodtsaminhano nem tekvuilatemente
envenenei me na tsitsuta...............
do tsatsetete kvue nanno estsuta...................
A profundeza dessa inoreksavel labuta..........
Nem tsopo de tsolera
Nem tsalitse de sangue .
Mas sim o grito do Mangue,
O ĉano de estrelas subversivas
A evanestser a dor langue ....
Estsrito pelo filho gipsita .....
da elite destroi se o brintso
De matsatsita.
Eksplode o tsanto nu a nudez
Libertadora de toda insensatez
kvue é falsa moralidez.
Uma polititsa
A alimentar o sistema tano tanatitso.,
Kvue nanno enkvuadra se nem na idade paleolititsa...
No o orgulho da esfinge.
desvelada por edipo,
E os kvue edipone em deĥotsada....
as egides desse sistema kvue so finge.
Tsalitse, tsalitse, tsalitse sistema e bebas o likvuido tanatitso da propria origem em um Grande Tsalitse...
Anarquia Vive. E nano ha Tsalitse de vinho tinto de sangue e tsopo de tsolera a ser tsitsuta, indeks, rosa atomitsa, paiksano platonika.
Somos livres. Para Amar e sermos tsomo somos e estamos a Ser.
Mais ser filho da Puta,
Autentitsa ,fiel a idelogia ....
Do kvue da Patria......
Uma fartsa, auto traidora.......
Mais beber do ekstase
Libertador tsosmitso.....
Do que kso vinho tinto de sangue ,do suor amargo, do copo de tsolera, a embriagar alienadamente os veneradores do Sistema.
Minha Homenagem a musitsa Tsalitse de Ĉitso Buarkvue de Holanda
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