sábado, 28 de novembro de 2015

Análise Musical de Calice / Analise Musitsal de Tsalitse /Musika Analiso de Kalitsu

Se o vento que traz os pensamentos..... Afasta de mim todos os tormentos..... Se entre as anandas traslado......... Para que o meu Ser, não fique calado...... Que todo esse dióxido de carbono a deixar o pensar intoxicado........... Sublime se no suor....... A dar espaço para o viver libertado....... Não vodcaminhao nem tequilatemente envenenei me na cicuta............... do cacetete que não escuta................... A profundeza dessa inexorável labuta.......... Nem copo de cólera Nem calice de sangue . Mas sim o grito do Mangue, O chão de estrelas subversivas A desvanecer a dor langue .... Escrito pelo filho gipsita ..... da elite destrói se o brinco De macacita. Explode o canto nu a nudez Libertadora de toda insensatez que é falsa moralidez. Uma politica A alimentar o sistema tão tanatico., Que não enquadra se nem na idade paleolítica... No o orgulho da esfinge. desvelada por édipo, E os que edipoe em derrocada.... as égides desse sistema que só finge. Calice, calice, calice sistema e bebas o liquido tanatico da própria origem em um Grande Calice... Anarquia Vive. E nao ha Calice de vinho tinto de sangue e copo de colera a ser cicuta, index, rosa atómica, paixão platónica. Somos livres. Para Amar e sermos como somos e estamos a Ser. Mais ser filho da Puta, Autentica ,fiel a idelogia .... Do que da Pátria...... Uma farça, auto traidora....... Mais beber do êxtase Libertador cósmico..... Do que xô vinho tinto de sangue ,do suor amargo, do copo de cólera, a embriagar alienadamente os veneradores do Sistema. Minha Homenagem a musica Calice de Chico Buarque. Se o vento kvue traz os pensamentos..... Afasta de mim todos os tormentos..... Se entre as anandas traslado......... Para que o meu Ser, nanno fikvue tsalado...... kvue todo esse dioksido de tsarbono a deiksar o pensar intoksitsado........... Sublime se no suor....... A dar espatso para o viver libertado....... Nanno vodtsaminhano nem tekvuilatemente envenenei me na tsitsuta............... do tsatsetete kvue nanno estsuta................... A profundeza dessa inoreksavel labuta.......... Nem tsopo de tsolera Nem tsalitse de sangue . Mas sim o grito do Mangue, O ĉano de estrelas subversivas A evanestser a dor langue .... Estsrito pelo filho gipsita ..... da elite destroi se o brintso De matsatsita. Eksplode o tsanto nu a nudez Libertadora de toda insensatez kvue é falsa moralidez. Uma polititsa A alimentar o sistema tano tanatitso., Kvue nanno enkvuadra se nem na idade paleolititsa... No o orgulho da esfinge. desvelada por edipo, E os kvue edipone em deĥotsada.... as egides desse sistema kvue so finge. Tsalitse, tsalitse, tsalitse sistema e bebas o likvuido tanatitso da propria origem em um Grande Tsalitse... Anarquia Vive. E nano ha Tsalitse de vinho tinto de sangue e tsopo de tsolera a ser tsitsuta, indeks, rosa atomitsa, paiksano platonika. Somos livres. Para Amar e sermos tsomo somos e estamos a Ser. Mais ser filho da Puta, Autentitsa ,fiel a idelogia .... Do kvue da Patria...... Uma fartsa, auto traidora....... Mais beber do ekstase Libertador tsosmitso..... Do que kso vinho tinto de sangue ,do suor amargo, do copo de tsolera, a embriagar alienadamente os veneradores do Sistema. Minha Homenagem a musitsa Tsalitse de Ĉitso Buarkvue de Holanda

Sem comentários:

Enviar um comentário